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TEATRO
The Quiet Volume
O Volume Sossegado de Ant Hampton e Tim Etchells
Integrado no alkantara festival
destaque
© Lorena Fernandez
DE QUI 24 DE MAIO
A SÁB 9 DE JUNHO
Biblioteca Nacional
Sessões de 20 em 20 minutos
Duração: 50 min.
Seg a Sex: entre as 14h e as 19h · Sáb: entre as 14h e as 17h · Não há sessões aos domingos e feriados
Preço único: 5€
M12
Espetáculo em português (versão inglesa disponível mediante inscrição)

Folha de sala (pdf)

anthampton.com
timetchells.com
ciudadesparalelas.com
Informações e reservas
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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Bilhetes à venda na Culturgest e no alkantara festival; durante o horário das sessões também na Biblioteca Nacional.
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Encomenda e produção Ciudades Paralelas (coprodução HAU e Schauspielhaus Zürich em colaboração com Goethe-Institut Warschau, Teatr Nowy e fundação Teatr Nowy; financiamento de Kulturstiftung des Bundes, Pro Helvetia e Goethe Institut de Buenos Aires)
Coprodução Kunstencentrum Vooruit
Produção artística Katja Timmerberg
Coprodução da versão portuguesa Culturgest
Estreia Ciudades Paralelas, outubro de 2010, Berlim

The Quiet Volume é um espetáculo sussurrado, autogerado e “automático” (Autoteatro) para duas pessoas de cada vez, explorando a tensão particular que se encontra em qualquer biblioteca; uma combinação de silêncio e concentração dentro da qual se desenrolam experiências de leitura diferentes para cada um.

Dois espectadores / participantes sentam-se lado a lado. Recebendo deixas de palavras escritas ou sussurradas, dão por si a abrir um caminho improvável por entre uma pilha de livros. A peça expõe a magia estranha que está no centro da experiência de leitura, deixando que os mecanismos que julgamos internos se debrucem sobre o espaço envolvente, abrindo porosidades entre a esfera de um e outro leitor.

O espetáculo estreou no festival Ciudades Paralelas (comissariado por Stefan Kaegi e Lola Arias) e tem passado por cidades como Berlim, Buenos Aires, Varsóvia, Zurique e Londres.

Inicialmente com a companhia Rotozaza (que já passou pelo festival Escrita na Paisagem e pelo festival X), Ant Hampton tem-se especializado em propostas de Autoteatro. Tim Etchells, cujo trabalho tem sido presença regular em Lisboa, é o diretor artístico dos Forced Entertainment.

 

Este agora da página é o que me prende – o momento presente, este, aqui convocado com este arranjo de marcas / código, tinta / pixéis, letras e palavras.

Tim Etchells

 

 

(...) a sensação de consciência aumentada na qual cada som é amplificado, cada movimento tem um significado acrescido e todas as palavras dançam de possibilidade. (...) há a noção de que individualmente todos corremos desenfreados nas biliotecas das nossas mentes.

Lyn Gardner, The Guardian

 

The Quiet Volume parece-me ser tanto um tesouro como uma ferramenta. Vai deixar-vos desesperados por mergulhar num bom livro.

Matt Trueman, Culture Wars

The Quiet Volume is a whispered, self-generated and ‘automatic’ performance (Autoteatro) for two at a time, exploiting the particular tension common to any library; a combination of silence and concentration within which different peoples’ experiences of reading unfold.

Two audience members / participants sit side-by-side. Taking cues from words both written and whispered they find themselves burrowing an unlikely path through a pile of books. The piece exposes the strange magic at the heart of the reading experience, allowing aspects of it we think of as deeply internal to lean out into the surrounding space, and to leak from one reader’s sphere into another’s.

Carbonozero
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